Justiça em Família | Por que as pessoas ODEIAM e AMAM o filme da Netflix?

O novo filme de suspense e ação da Netflix tem dividido opiniões. Saiba aqui por que as pessoas amame e odeiam Justiça em Família.

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Por que as pessoas odeiam e amam Justiça em Família

O filme Justiça em Família’, desde sua estreia na Netflix, tem dado o que falar. Mas mais do que dar o que falar, o que o filme também conseguiu fazer foi dividir a opinião dos assinantes da plataforma de maneira intensa sobre a produção. A seguir, você entende por que as pessoas odeiam e amam Justiça em Família.

A trama gira em torno de um homem que perde a esposa para o câncer e se revolta com a empresa farmacêutica que tira do mercado um genérico que poderia salvar a vida dela. Obstinado a fazer justiça com as próprias mãos, o homem busca descobrir quem são os responsáveis por segurar a liberação do remédio e fazer o acerto de contas. Mexer com gente poderosa, no entanto, faz com que ele e a filha órfã corram perigo.

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Confira aqui por que as pessoas odeiam e amam o filme de Justiça em Família, inclusive é melhor já ir se preparando para os spoilers, caso não tenha assistido à produção do início ao fim.

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Enredo de Justiça em Família

Enredo de Justiça em Família
Jason Momoa interpreta Ray Cooper em ‘Justiça em Família’ (Imagem: Reprodução/Netflix)

O motivo por que as pessoas odeiam e amam Justiça em Família é o mesmo: o final. Em linhas gerais, o que se pode afirmar é que o clímax da obra é o mais improvável possível o que, entre aqueles que odiaram e amaram a trama, deixou os espectadores chocados. Primeiro, vale falar a respeito do que acontece ao longo do filme, para assim chegar ao final dele.

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Na obra, vemos o pai de família Ray Cooper (Jason Momoa, o grandão da produção cinematográfica inspirada na história em quadrinhos da DC Comics, Aquaman’) acompanhar a batalha que sua esposa enfrenta contra o câncer. Após anos vendo a esposa sofrendo, Ray Cooper se anima quando o médico que cuida dela comenta a respeito de um genérico que pode ajudá-la — e outras milhares de pessoas com câncer.

O mesmo médico que lhe dá esperanças, porém, as tira. No momento em que Amanda Cooper (Adria Arjona) piora, o Dr. Wu conta frustrado a Ray que o remédio foi retirado do mercado por uma empresa farmacêutica, a BioPrime, por meras transações financeiras. A partir disso, Ray fica sem chão e se vê obstinado a localizar o CEO da empresa, a fim de acertar as contas.

Depois do falecimento da esposa, o homem começa sua busca por justiça, mas desde o início essa jornada se mostra complicada, pois já tem gente de olho nele. Assim, em um trem, Ray tem uma luta árdua com uma figura desconhecida à qual supostamente sobrevive.

Após um salto no tempo de 24 meses, vemos Ray colocar em prática, com sucesso, seus planos para matar o CEO da BioPrime. A partir disso, ele tem de fugir ao lado de sua doce filha Rachel (Isabela Merced), que repreende constantemente o uso de violência por parte de seu pai.

Clímax chocante de Justiça em Família e divisão de opinião

Depois de ver Ray conseguir matar seu primeiro alvo e em seguida fugir do FBI enquanto luta com pessoas enviadas para matá-lo e tenta descobrir as outras figuras por trás do recolhimento do remédio, vem o clímax do filme.

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Assim, depois de uma perseguição alucinante na cidade entre agentes do FBI e Ray, é revelada a verdadeira identidade de quem fez uma chacina por onde andou. Dessa forma, se descobre que quem matou o CEO da BioPrime e matou muitas pessoas enviadas para matá-la ao mesmo tempo que buscava vingança foi, na verdade, Rachel.

Embora algumas cenas tenham deixado evidente que se tratava dela e não dele, o clímax ainda foi surpreendente. Isso porque ninguém imaginava que um grandão ex-boxeador poderia morrer com uma “simples” facada e lance para fora de uma janela de trem. Enquanto isso, a pequena Rachel lutava incansavelmente, matando todos que se aproximavam dela no intuito de prendê-la ou matá-la, com sede de vingança.

Esse é o motivo por que as pessoas odeiam e amam Justiça em Família. Ao mesmo tempo em que há pessoas que amem ter visto como a garota luta para terminar a vingança que o pai começou, julgando a obra genial, há quem não aceite a ideia de que o inesquecível Aquaman tenha perdido para tão pouco, julgando tudo muito forçado em especial pelo porte físico da personagem e atriz.

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E aí, qual a sua opinião sobre o final do filme? Você está do lado dos que odeiam ou dos que amam Justiça em Família? Compartilhe conosco aí nos comentários e não deixe de seguir o Sobre Sagas nas redes sociais.

Graduanda em Comunicação Organizacional na UTFPR, com experiência na área de Gestão de Pessoas e em Marketing Digital. Amante de filmes de ação com protagonização feminina e fã de café à meia-noite.
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5 comentários

  • O problema não foi exatamente o pai ter morrido, mas o ridículo de uma menina com o tamanho dela conseguir ganhar na luta contra homens grandes do porte do pai dela. Quem tem o mínimo de bom sendo sabe que, por melhor que seja uma lutadora, existem diferenças de peso. É por esse motivo que, mesmo entre pessoas do mesmo sexo, existe diferença de categoria pras lutas. Simplesmente ridículo !!! Talvez se tivessem escolhido uma atriz maior, o filme poderia ter sido mais convincente. Simplesmente, impossível !!!

    • Obrigada pela observação, Ana Paula! Já incrementamos ao texto.

  • O filme é muito interessante principalmente por esses detalhes que nós surpreendem com a Rachel indo atrás da “vingança” que o pai não conseguiu ir até o fim.

  • Eu até tava gostando,,mais quando chegou no final odiei e não entendi nada ,,,nada haver o pai ter morrido ali apenas com uma facada e a filha vencer a luta tão fácil.

  • O filme na verdade,é uma obra de arte e como tal oferece toda e qq possibilidade de interpretação. Esquecemos dos personagem bíblicos David e Golias?Na verdade a filha não trava uma luta inglória, tudo ali é calculado, anos se preparando.E ser pequena é uma vantagem. Acho que o filme deu conta do recado.

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