O Pai que Move Montanhas | Conheça a história real por trás do filme da Netflix

"O Pai que Move Montanhas" é o novo filme no top 10 da Netflix e sua história é inspirada em um caso real. Saiba mais sobre, nesse artigo!

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Entre os lançamentos mais recentes da Netflix, o filme “O Pai que Move Montanhas” despertou a curiosidades dos assinantes e se encontra no top 10 de produções mais vistas da plataforma há alguns dias.

Com a história de um pai em busca de seu filho desaparecido, o filme se passa nas paisagens geladas da Romênia e tem Daniel Sandu na direção.

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O diretor, aliás, tem uma relação bastante emocional com o enredo do filme já que se inspirou em uma história real para construir seu roteiro.

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Confira a seguir o acontecimento no qual Daniel Sandu se baseou para criar a história de “O Pai que Move Montanhas” além da recepção desse novo filme da Netflix.

Sinopse “O Pai que Move Montanhas”

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Nesse drama, um ex-policial influente recebe a notícia de que seu filho acabou desaparecendo em uma excursão pelas montanhas de gelo da Romênia.

Insatisfeito com a postura tomada pelos investigadores do caso, o homem decide iniciar as buscas pelo garoto de forma própria. Para isso, ele usa de toda a sua influência e de diversos métodos moralmente duvidosos para atingir seu objetivo de encontrar o filho.

Com uma trama muito focada na obsessão e também na ideia de não desistir daquilo que se quer, “O Pai que Move Montanhas” não é um filme com potencial para agradar todo mundo. Isso porque, além do protagonista não inspirar o carisma do espectador, desfecho do filme (ou falta dele) pode ser realmente frustrante para algumas pessoas.

A história real que inspirou o filme

O diretor e roteirista do filme, Daniel Sandu, revelou em entrevista ao CinemaHolic que para construir a ideia para o longa acabou se inspirando em uma história real noticiada na Romênia no ano de 2009.

Na época, durante várias semanas as emissoras noticiaram o caso de desaparecimento de um garoto nas montanhas geladas que vinham movendo equipes de buscas.

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Segundo o diretor, o que mais o impressionou foi a atitude do pai do garoto, que assim como o protagonista de seu filme também era um homem influente, com recursos financeiros e contatos para comandar sua própria investigação.

Sandu disse que, com o passar do tempo a história acabou esfriando e aos poucos já não era mais noticiada conforme as buscas não apresentavam avanço significativo. O diretor do filme, no entanto, continuou acompanhando o enredo por meios online sempre que alguma atualização era divulgada.

Em 2013 ele decidiu que gostaria de criar um roteiro com um personagem não heroico como protagonista. Foi nesse momento que ele relembrou da história do desaparecimento de 2009 e decidiu basear seu filme nos personagens da vida real que acompanhou durante aqueles meses.

O desfecho da história real

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Muitas das críticas negativas do filme dizem respeito ao seu final que acabou não sendo concretizado, ou seja, ficou em aberto. Dessa forma, uma das grandes questões que fica é qual foi afinal o desfecho que as buscas do pai da vida real teve.

Pois bem, a verdade é que até mesmo nisso Sandu acabou seguindo a história real, já que as investigações também acabaram não sendo concretizadas.

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Do pouco revelado pelo roteirista, o pai da vida real seguiu procurando pelo filho durante anos, contudo, nunca conseguiu um desfecho apropriado para suas buscas.

Recepção do filme pelo público

Apesar de filmes baseados em histórias reais terem, normalmente, forte apelo pelo público, a verdade é que a maior parte da recepção dos espectadores em relação a “O Pai que Move Montanhas”, é ruim.

Até o momento, a nota do filme no IMDb é de 5.7, essa baseada em mais de mil e trezentas opiniões. Outro indício de que a maior parte do público parece não ter gostado do filme é que a maior parte dos comentários encontrados na internet sobre ele, são bastante desanimadores.

Entre as maiores frustrações estão, como já dissemos, o fato do final do filme praticamente não existir e de seu ritmo ser difícil de acompanhar. A falta de emoção e de grandes acontecimentos podem não ter casado em um filme de quase duas horas de duração.

Claro que, considerando que a obra é inspirada em uma história real, é de se esperar que nem tudo em seu enredo siga de forma linear, contudo, fica o alerta de que esse longa pode significar uma “perda de tempo” para boa parte do público.

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E você, já assistiu “O Pai que Move Montanhas” na Netflix? Qual a sua opinião sobre o filme?

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Formada em Marketing e pós graduanda do curso de Língua Portuguesa e Literatura. Trabalha na área de comunicação como Criadora de Conteúdo além de fazer trabalhos de atuação e locução para materiais em vídeo. Pseudo-cinéfila e apaixonada por todo universo Geek.

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