Gaiola Mental, final explicado: quem é o assassino?

Gaiola Mental, dirigido por Mauro Borrelli, é um terror psicológico cheio de reviravoltas e com um final que pode ser um pouco difícil de entender. O filme acabou de chegar na Netflix, e justamente por causa desse desfecho, está dividindo as opiniões na plataforma.

Por isso vamos tentar te explicar os principais detalhes do final desse filme, que pode explodir o cérebro de muita gente.

O Enredo de “Gaiola Mental”

gaiola mental final

A cidade é assombrada por uma sequência de assassinatos brutais. Mulheres são encontradas mortas, montadas como anjos, com molduras metálicas envolvendo seus corpos sem vida. A barbárie e o estilo dos crimes levam a polícia a identificar as mortes como um trabalho de Arnaud Lefeuvre, batizado pela mídia sensacionalista de “O Artista”, um assassino em série já condenado e a ponto de receber a pena de morte.

A dupla de detetives responsável pelo caso, Jake Doyle e Mary Kelly, percebem que os crimes realmente são idênticos aos de de Arnaud. Mas como poderia o “Artista” estar por trás dos atos, se ele está preso? Doyle, um dos policiais que ajudou na captura de Arnaud anos atrás, e Kelly, munida de suas credenciais em psicologia, logo entendem que se trata de um imitador, porém, acreditando que o o novo criminoso possui alguma ligação (ou mesmo contato) com Arnaud, se rendem ao fato de que precisam encontrar o assassino preso frente a frente.

Assim, ambos mergulham numa negociação perigosa com o serial-killer, em busca de encontrar qualquer pista que identifique o suposto falsificador.

Final de “Gaiola Mental”: Quem, afinal, era o assassino?

Em Gaiola Mental, a busca pela identidade do assassino é cheia de reviravoltas, até, finalmente o público descobrir o culpado por trás dos crimes.

A relação entre os detetives e o criminoso preso se estreita perigosamente à medida que os assassinatos passam a se entrelaçar diretamente com suas vidas pessoais. Jake, assombrado pelo falecimento de seu ex-parceiro Zeke, se vê quase um “refém” das terapias que tentam decifrar o labirinto de sua mente. Arnaud, por outro lado, apresenta a frieza calculista de quem sofreu com uma infância de violência e confinamento, o que levou ao ódio (e adoração) por sua mãe prostituta.

Assim, após várias voltas, no final de Gaiola Mental, o público descobre que Jake Doyle, o detetive, sem consciência disso, é o assassino em série que ele mesmo estava buscando.

Em uma conversa com um Jake parecendo possuído, Kelly descobre que Arnaud ao longo de seus anos, entendeu que tem a habilidade de possuir a mente de qualquer pessoa que desenhe, e por isso, é ele, na verdade, quem assumiu o corpo de Jake e vinha cometendo os assassinatos.

Segundo o assassino, lhe foi revelado quando jovem, através da aparição de um anjo, que ele, na verdade, recebeu um dom, e nasceu como um Anjo da Morte.

Kelly acredita no que acabou de ver, e atira em Jake para tirá-lo do transe. Após o acontecimento, no entanto, ninguém mais acredita na história e Jake acaba sendo diagnosticado como tendo dupla personalidade.

Um tempo passa, e todos seguem com suas vidas, e toda a história está sendo contada por Kelly ao seu psiquiatra. Porém, o psiquiatra, mais uma vez, é Arnaud que possuiu o corpo do home. Contudo, Kelly, aparentemente já sabia disso, e preencheu os lápis que o médico costumava morder, com o mesmo veneno que Arnaud usava em suas vítimas. Assim, a detetive consegue matar o assassino, vingando as mortes de suas vítimas.

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Aline ResendeFormada em Marketing e pós graduanda do curso de Língua Portuguesa e Literatura. Trabalha na área de comunicação como Criadora de Conteúdo além de fazer trabalhos de atuação e locução para materiais em vídeo. Pseudo-cinéfila e apaixonada por todo universo Geek.
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