CIDADE INVISÍVEL | Lendas que queremos ver na próxima temporada

Cidade Invisível conquistou milhares de fãs ao falar sobre o folclore brasileiro. Porém, quais lendas as série ainda pode abordas? Nós separamos algumas.

Publicidade

Publicidade

A série Cidade Invisível, que estreou recentemente e tem como base do seu enredo lendas do folclore brasileiro, é um dos maiores sucessos nacionais na Netflix. A produção se encontra no TOP 10 da plataforma em mais de 40 países, além de alcançar o topo do ranking aqui no Brasil.

Trazendo figuras já conhecidas do imaginário folclórico do brasileiros, como a Cuca, o Saci e o Curupira, a série conseguiu homenagear a cultura do nosso país de uma forma bem diferente e conquistou milhares de espectadores ao redor do mundo. A segunda temporada já está confirmada e promete explorar ainda mais essas lendas.

Publicidade

Por isso, o Sobre Sagas separou cinco lendas que nós gostaríamos que fossem abordadas na próximo temporada. Dentre elas temos histórias como a da Vitória-régia e da Caipora, entre outras. Confira a lista completa abaixo:

Publicidade

Mula Sem Cabeça

Mula Sem Cabeça

A lenda da Mula Sem Cabeça narra a história de uma burra de cor preta ou marrom que no lugar da cabeça tem uma tocha de fogo. Seu relincho pode ser ouvido a quilômetros de distância e segunda a tradição, ela costuma correr pelas matas assustando pessoas e animais.

Publicidade

Publicidade

Assim como praticamente todas as lendas, existem diferenças versão para a origem da Mula Sem Cabeça. Em uma delas conta-se que se uma mulher dormisse com o namorado antes do casamento ela poderia ser enfeitiçada e se transformar em uma mula sem cabeça, essa versão era usada para controlar os relacionamentos amorosos entres os jovens.

Outra versão da lenda diz que todas as mulheres que tivessem relações amorosas com padres seriam transformadas em uma mula sem cabeça. Essa versão tinha como objetivo refrear qualquer tipo de relacionamento entre os sacerdotes da Igreja Católica e as fiéis, por conta dos escândalos que aconteciam dentro da igreja.

Boitatá

Boitatá

A lenda do Boitatá fala sobre um personagem folclórico descrito com uma grande serpente de fogo. Ele protege as matas e os animais do mal que os seres humanos fazem, principalmente das queimadas constantes nas florestas. Acredita-se que a pessoa que olhar para o Boitatá se tornará cega e louca.

Essa narrativa tem origem indígena, a palavra Boitatá vem do Tupi-Guarani e significa cobra de fogo. O primeiro registrado da lenda encontra-se em um texto do século 16 do Padre Jesuíta José de Anchieta.

Caipora

Caipora

Caipora ou Caipora do Mato, é uma figura do folclore brasileiro, considerada a protetora dos animais e guardiã das florestas. Essa figura pode ser representada tanto por um homem quanto por uma mulher, isso varia de acordo com a região em que a lenda é contada.

Publicidade

Publicidade

A lenda vem da mitologia indígena Tupi-guarani, a palavra Caipora significa habitante do mato. Quando  esse ser sente que algum caçador entra na floresta com intenções de abater animais, ela solta altos uivos e gritos assustando-os.

Confira também: CIDADE INVISÍVEL | Conheça os mitos e lendas que inspiraram a série

Vitória-régia

Vitória-Régia

Essa lenda indígena vinda da Amazônia, conta que a vitória-régia na verdade uma índia que se afogou após se inclinar no rio para tentar beijar o reflexo da lua. Para os índios, a lua era Jaci, por quem a índia estava apaixonada.

Jaci costumava namorar as índias mais bonitas da região. Naiá era uma dessas índias que esperava ansiosa por esse encontro. Toda a tribo tinha a alertado de que ela deixaria de ser índia se fosse levada por Jaci, porém ela estava cada vez mais apaixonada e decidida a se encontrar com a divindade.

Em uma noite, Naiá estava sentada na beira do rio admirando o reflexo da lua na água, porém ao tentar beijar o amado ela cai no rio e acaba se afogando. Jaci muito comovido com o que aconteceu com a índia, em vez de transformá-la em estrela como fazia com suas outras namoradas,  a transforma em uma planta aquática, a vitória-régia.

Papa-Figo

Papa-Figo
Publicidade

Publicidade

Essa é uma lenda urbana e muito conhecida em todas as regiões do Brasil. Cada lugar possui uma variação da lenda, em algumas regiões é conhecida como “velho do saco” e ela usado pelos pais para evitar que seus filhos conversem com estranhos na rua.

Segunda a história, o Papa-Figo comia o fígados das crianças porque acreditava que ia ser curado ao se alimentar do sangue e do órgão. Para isso, ele precisava de um fígado o mais sadio e jovem possível, portanto sempre escolhia as crianças.

Em algumas versões ele possui ajudantes que atraem as crianças e as leva para eles, e outras versão ele mesmo sai em busca de suas vítimas, sendo simpático e lhes oferecendo brinquedos na rua. Por isso, as crianças não deviam falar, nem aceitar nada de desconhecidos que os abordassem nas ruas.

Uma professora de literatura apaixonada por ficção, seja em livros ou séries e filmes. Não entendo nada de signos mas se perguntarem eu finjo.

2 comentários

  • Eu quera ver a lenda da matinta Pereira, uma lenda do Pará !

    • Tem que ter o ET de varginha caramba…
      Ele bem q podia ser o vilão acho q seria uma reviravolta interessante

Deixe seu comentário