Documentário nostálgico da Netflix é um mergulho na música dos anos 80

O cenário musical dos anos 80 ressurge em uma nova produção da Netflix, “A Noite que Mudou o Pop”, um documentário que convida jovens e adultos a uma viagem no tempo para revisitar um marco histórico na música.

Mergulhando na nostálgica era de ouro do pop, o filme documental traz relatos da gravação da icônica música “We Are the World”.

Com estreia na Netflix marcada para segunda-feira, dia 29 de janeiro, “A Noite que Mudou o Pop” destaca momentos exclusivos que cercaram esse evento filantrópico que uniu grandes nomes da música para combater a fome na África.

Enredo de “A Noite que Mudou o Pop”

A noite que mudou o pop: Documentário nostálgico da Netflix é um mergulho na música dos anos 80
A Noite que Mudou o Pop é um mergulho na música dos anos 80.

“A Noite que Mudou o Pop” não é apenas um documentário sobre a música “We Are the World” – é um testemunho poderoso da colaboração artística e o clima de solidariedade que marcou o evento.

Além de mostrar como a música foi feita, o filme busca destacar o impacto cultural e humanitário que ela gerou.

O documentário reconta a noite de 25 de janeiro de 1985, quando estrelas da música estadunidense colocaram de lado seus estilos e egos pessoais em prol de uma causa que ia muito além dos palcos e estúdios: a ajuda para as vítimas da fome e doenças na África.

“A Noite que Mudou o Pop” teve sua estreia no renomado Festival de Cinema de Sundance e chega à Netflix no dia 29 janeiro.

Quem participa de A noite que mudou o Pop?

Enquanto nos leva por esse mergulho na história musical, o filme traz entrevistas e perspectivas inéditas de nomes como Lionel Richie, Diana Ross e Bruce Springsteen.

Essas lendas da música compartilham suas memórias e reflexões sobre os momentos que precederam e se seguiram à gravação, fornecendo um panorama intimista e envolvente de um dos encontros mais emblemáticos do século XX.

Outros artistas que participaram da música

Para que tudo isso fosse possível, os holofotes da fama iluminaram ícones como Michael Jackson, Lionel Richie, Tina Turner, Bob Dylan e Bruce Springsteen, entre outros, fazendo com que o estúdio fosse um verdadeiro melting pot de talentos.

Juntos, esses grandes nomes entregaram não apenas uma colaboração memorável, mas também uma mensagem de humanidade do “USA for Africa”.

O que foi o USA for Africa?

“USA for Africa” foi um movimento que ficou marcado na indústria da música. Nascido do desejo de fazer a diferença, o projeto uniu 45 dos mais renomados artistas dos Estados Unidos.

Essa iniciativa deu origem ao hit “We Are the World” e ao evento “Hands Across America”, unindo o lado filantrópico à arte de fazer música.

Reunindo fundos através das vendas da canção e de doações, o projeto visou auxiliar os que sofriam com as graves consequências da fome e doenças no continente africano. As receitas combinadas da vendas da música e do evento geraram cerca de 100 milhões de dólares.

Relembre o sucesso da música We Are the World

E o que dizer de “We Are the World”? A canção transcendeu expectativas e se tornou um fenômeno mundial.

Dominando paradas tanto nos EUA quanto no Reino Unido, a música consolidou seu lugar na história não só por sua qualidade artística, mas também pelo significado que carregava.

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Felipe MatozoJornalista, ex-repórter do Jornal e Canal "O Repórter" e ator profissional licenciado pelo SATED/PR. Fã de Star Wars que não reclama de filmes da franquia (com exceção do episódio IX, porque tudo tem limite). Gosta de dramas com boas atuações, comédias que não seguem fórmulas e slashers com mascarados que continuam voltando, por mais que isso não faça o menor sentido. Sente falta das vídeo locadoras e prefere ouvir música por álbuns.
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